200 dias: Um Turismo feito de empregos, parcerias e inclusão social -


BALANÇO DE GESTÃO

Conheça as entregas do Ministério do Turismo nas áreas de infraestrutura, conectividade e competitividade do setor


Por Cecília Melo

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Presidente Jair Bolsonaro e ministros durante solenidade alusiva aos 200 dias de governo, realizada no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), nesta quinta-feira (18). Foto: Roberto Castro/MTur

Mais de 410 obras de infraestrutura e R$ 233 milhões investidos em todos os estados brasileiros. Mais de R$ 200 milhões para alavancar o desenvolvimento de 158 municípios. Novas empresas aéreas no mercado nacional e isenção de vistos aliada ao aumento na procura pelo destino Brasil. Esses são alguns marcos que representam as novas políticas e a nova visão sobre o desenvolvimento do setor de Viagens no país, implementada pelo Ministério do Turismo em 200 dias de gestão.

Geração de emprego e renda, ambiente de negócios mais competitivo para o setor, mais atração de investimentos, mais parcerias para integrar destinos turísticos aos países vizinhos, mais opções para os turistas, ações inovadoras e de inclusão social são os objetivos que norteiam a nova política do MTur para os próximos anos. Um pacto de progresso e abertura para o desenvolvimento do Brasil é o que defende o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

Para o titular da Pasta, a chave da gestão é um turismo voltado para a transformação da vida dos brasileiros e do posicionamento do Brasil no mercado interno e mundial. Atualmente, o setor é responsável por cerca de 7 milhões de empregos diretos e indiretos no país. “Queremos um setor integrado com os anseios de quem faz o turismo lá na ponta, de quem recebe nossos turistas. E para isso precisamos de um mercado mais atrativo, dinâmico e competitivo. Sem investimento, não há progresso, não há crescimento. O Turismo liderará um novo ciclo econômico e estamos trabalhando para que os resultados venham o mais breve possível”, afirmou o ministro.

Na conectividade aérea, uma das principais bandeiras defendidas por Álvaro Antônio, a aposta é impulsionar a entrada de empresas estrangeiras para tornar o mercado ainda mais acessível à população, com preços menores e uma diversidade de opções para viajar. Após a assinatura do presidente Jair Bolsonaro que sancionou a abertura do mercado aéreo nacional ao capital estrangeiro e com a articulação do ministro do Turismo para trazer a Air Europa ao Brasil, a companhia espanhola foi a primeira a se instalar no país e já está autorizada a operar voos entre destinos nacionais.

Além disso, a Flybondi, companhia low cost (de baixo custo), também incluiu o Brasil em sua estratégia de mercado e já vende bilhetes para o trecho Buenos Aires-Rio de Janeiro. As passagens podem chegar a R$ 300 por voo e o voo inaugural deve acontecer em outubro. Em uma simulação com ida e volta em outubro, as passagens da empresa aérea argentina na rota custam entre R$ 950 e R$ 1.400 (com taxas). No mesmo período, escolhendo os voos mais baratos da Gol, Latam e Azul, a mesma viagem sairia por cerca de R$ 2 a 3 mil. A empresa já estuda ampliar a rota para cidades como São Paulo, Porto Alegre, Brasília e Salvador. A operação da Flybondi se junta ao grupo de empresas aéreas de baixo custo que já possuem voos regulares ligando outros países a vários destinos do Brasil – a chilena Sky Airline e a norueguesa Norwegian Air.

Outra demanda que beneficia o mercado brasileiro com a entrada de mais estrangeiros e consequentemente mais geração de renda e emprego dentro do país é a isenção de vistos para viajantes de quatro países estratégicos, em vigor desde 17 de junho. Com apoio dos ministérios das Relações Exteriores e da Justiça, o MTur isentou o visto aos turistas do Canadá, Japão, Estados Unidos e Austrália. A medida fez com que a procura pelo Brasil aumentasse significativamente.

De acordo com o Grupo Amadeus, uma das maiores empresas de tecnologia e viagens do mundo, com a assinatura do decreto que dispensou a exigência de vistos para as quatro nacionalidades, houve alta de 53% a 158% na quantidade de reservas em destinos nacionais realizadas por turistas desses países para visitar o Brasil entre junho e setembro deste ano. Também houve crescimento nas pesquisas pelo país para turismo, com índices que variavam de 31% a 76%.

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Ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio: “Sem investimento, não há progresso, não há crescimento. O Turismo liderará um novo ciclo econômico e estamos trabalhando para que os resultados venham o mais breve possível”. Foto: Roberto Castro/MTur

PRESERVAÇÃO ALIADA AO DESENVOLVIMENTO

Prevista no Plano Nacional do Turismo 2018-2022, o Ministério do Turismo vem trabalhando também na execução da Política Nacional de Gestão Turística dos Patrimônios Mundiais. A entrega representa um marco na valorização e preservação dos patrimônios naturais e culturais do país. Paralelamente, o MTur se prepara, ainda, para definir regras e procedimentos da utilização de áreas, preferencialmente da União, com potencial para o desenvolvimento sustentável do turismo. A ideia é fazer a gestão dessas áreas com alta atratividade turística, mas que estão em desuso ou em situação de depreciação, para desenvolver, ali concessões de atividades típicas do setor de Viagens.

TURISMO REGIONAL

As cinco regiões do Brasil contam agora com um programa que vai mudar a realidade do turismo local por meio do fortalecimento dos pequenos negócios e do desenvolvimento social e econômico de cada destino brasileiro. Em parceria com o Sebrae e a Embratur, o Ministério do Turismo vai investir R$ 200 milhões, por meio do Investe Turismo, em 158 municípios contemplados em 30 rotas turísticas estratégicas para o país. A Pasta já percorreu 10 estados brasileiros para desenvolver um plano integrado com as instâncias de governança regionais e com a iniciativa privada, impactando cerca de 4 mil micro e pequenos empreendimentos em todo o Brasil.

Além disso, o Ministério já investiu, por meio de repasses a municípios e estados, R$ 233 milhões em 412 projetos de obras em infraestrutura em 200 dias de gestão. Projetos que haviam sido iniciados em 2007 foram finalizados nestes seis primeiros meses do ano.

Desde o dia 1º de janeiro, para viabilizar investimentos privados no setor com linhas de crédito mais dinâmicas e acessíveis, foram concedidos financiamentos de R$ 28 milhões a 14 empreendimentos, principalmente micro e pequenas empresas. Nos meses de abril e maio, houve a geração e/ou manutenção de 728 empregos por meio de projetos do Fungetur (Fundo Geral do Turismo). O objetivo é que o Fundo possa, até 2020, financiar 2 mil empreendimentos turísticos com 30 mil empregos criados e mantidos.

Pelo Prodetur + Turismo, mais de R$ 5 bilhões foram pleiteados em 151 propostas de estados, municípios e da iniciativa privada. O programa do Ministério contempla desde ações como a urbanização de orlas, sinalização turística e a captação de eventos até a instalação de novos empreendimentos e marketing, entre outras.

Para o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, “a primeira missão deste governo, como o próprio presidente Jair Bolsonaro afirmou, é não atrapalhar quem quer produzir. Por isso, estamos debruçados em projetos e programas que destravem a economia, gerando um ambiente de negócios frutífero ao empresário, ao investidor e o principal: cheio de oportunidades para os brasileiros”, finaliza.

Edição: Vanessa Sampaio

Leia mais: http://www.turismo.gov.br/%C3%BAltimas-not%C3%ADcias/12812-200-dias-um-turismo-feito-de-emprego%2C-parceria-e-inclus%C3%A3o-social.html


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