ENGIE COMEMORA LUCRO E BONS RESULTADOS DE OLHO NA AQUISIÇÃO DA TAG PARA AMPLIAR SEUS NEGÓCIOS NO BRASIL -


21. fev, 2019

tA ENGIE Brasil Energia registrou crescimento de 15,5% nos indicadores de suas atividades. A companhia acumulou um lucro líquido de R$ 2.315,4 milhões, com uma receita operacional líquida, de R$ 8.794,8 milhões, incremento de 25,5% em relação ao ano de 2017. O Ebitda (Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) alcançou R$ 4.367,6 milhões, aumento de 24,1%. A empresa acredita que o bom desempenho se deveu, principalmente, à incorporação das Usinas Hidrelétricas Jaguara e Miranda (MG), às operações realizadas no mercado de curto prazo e aos aumentos tanto de preço médio quanto do volume de vendas.  No próximo mês a companhia estará de olho  na segunda rodada de ofertas pela compra de 90% da Transportadora Associada de Gás (TAG). O grupo francês apresentou a proposta da ordem de US$ 8 bilhões, mas terá pela frente uma concorrência forte.  A Itaúsa está em um dos consórcios que disputam a TAG, ao lado da Macquarie e Brasil Warrant – além de ser sócia da transportadora NTS.

Para o diretor-presidente da ENGIE Brasil Energia, Eduardo Sattamini, os números confirmam o acerto da estratégia de comercialização, disciplina financeira e gestão proativa do portfólio. “Mais uma vez o nosso time provou uma capacidade de entrega absolutamente fora da curva”. Um dos destaques do ano foi a entrada em operação comercial do Conjunto Eólico Campo Largo, na Bahia,(foto) Fase 1, que em dezembro atingiu 100% de sua capacidade comercial instalada, de 326,7 MW. O anúncio dos resultados financeiros ressalta a viabilização da Fase 2 do Conjunto Eólico Campo Largo, por meio de negócios firmados no Ambiente de Contratação Livre. No ano de 2018, a companhia também adquiriu os 50% remanescentes da ENGIE Geração Solar Distribuída, reiterando o seu interesse em ampliar os investimentos em ttttgeração de energia renovável e descentralizada.


Este ano, entraram em operação comercial as quatro primeiras centrais eólicas de um total de 18 que formam a Fase 1 do Conjunto Eólico Umburanas (BA), com capacidade instalada total de 360 MW. A previsão é de que, até abril, todo o conjunto já esteja operando em testes. Juntamente com o Conjunto Eólico Campo Largo, Umburanas forma o maior cluster de geração eólica já implementado pela ENGIE no Brasil. Em 2019, estão previstos investimentos de cerca de R$ 1,8 bilhão. Esse valor será destinado à finalização da construção do Conjunto Eólico Umburanas e da Termelétrica Pampa Sul (RS); à continuidade da implantação da linha de transmissão Gralha Azul (PR), à construção da Fase 2 do Conjunto Eólico Campo Largo e também à manutenção do parque gerador da empresa.

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