EDF COMEMORA BONS RESULTADOS EM 2018 E ESPERA MAIS CRESCIMENTO DA EMPRESA ESTE ANO -


18. fev, 2019

dssaaaA EDF em 2018 atingiu todos os seus objetivos financeiros e superou as metas de seu plano de desempenho, anunciou o presidente e CEO da empresa, Jean-Bernard Lévy.  O   desempenho seria esperado para este deverá ser ainda melhor. A produção nuclear francesa de 393,2 TWh foi 14,1 TWh maior do que em 2017. A empresa disse que a melhoria refletiu que a produção de 2017 foi prejudicada  por várias interrupções do reator da usina de Creusot e ainda o desligamento temporário das quatro unidades da usina Tricastin. Houve ainda uma diminuição no Reino Unido. A produção nuclear na China caiu para 59,1 TWh, uma de 4,8 TWh a partir de 2017. Isso foi explicao  por problemas encontrados durante uma inspeção na Hunterston B e a extensão de uma interrupção em Dungeness B, disse a empresa. Os reatores 3 e 4 em Hunterston, na Escócia, foram colocados off-line em março e outubro, respectivamente, depois que as rachaduras foram encontradas durante as inspeções de rotina. A EDF Energy disse estima que a unidade 4 retorne a gerar no final de março e a unidade 3, no final de abril.

A EDF, que é de propriedade majoritária do governo francês, registrou um EBITDA de  15,3 bilhões  de Euros, um aumento de 11,3% em relação ao ano anterior. Lévy disse que a empresa estabilizou sua dívida financeira líquida  em 33,4 bilhões de Euros no final de 2018, reforçou seu balanço, reformulou o setor nuclear francês e fortaleceu seu negócio de fornecimento. O comissionamento em 2018 do primeiro EPR do mundo, em Taishan, China, foi a “grande conquista” para a indústria nuclear, que foi revitalizada: “ O ano de 2018 será  lembrado pelo comissionamento do EPR Taishan, construído pela EDF em parceria com a parceira chinesa CGN, e uma completa refundação”da indústria nuclear francesa, com a integração da Framatome à EDF”, disse Lévy. A Framatome contribuiu aaacom EUR202 milhões para o EBITDA do Grupo EDF para 2018.


Em novembro de 2018, o governo francês anunciou uma estratégia decenal de transição energética – também conhecida como EPI – para reduzir o consumo de combustíveis fósseis, diversificar o mix energético do país e reduzir a participação da energia nuclear de seus atuais 75% para 50% até 2035. Lévy disse que o Grupo EDF pretendia ser um líder na transição energética e se concentraria em três medidas estruturais de fortalecimento do quadro regulatório, otimizando a organização do grupo e preparando o caso para novas construções nucleares na França. A empresa pretende fornecer ao governo um plano detalhado até o verão de 2021, para permitir que uma decisão final de investimento seja tomada.

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