GABINETE DE SEGURANÇA DA PRESIDÊNCIA CONSIDEROU ARTIGO DE O GLOBO SOBRE A USINA DE ANGRA INDEVIDO E ALARMISTA -


14. fev, 2019

Angra 1 02O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, também se manifestou em relação ao texto do jornalista Ascânio Selem, publicado nesta quinta-feira(14), em O Globo. A nota considerou o artigo, que imaginou a explosão da usina nucLear de Angra dos Reis e como deveria ser o salvamento das pessoas,  serviu para “ alarmar indevidamente a população.” Veja a nota na íntegra:

“ Em esclarecimento ao artigo intitulado “Como seria uma catástrofe em Angra”, publicado na edição desta quinta-feira (14) de O Globo, informamos que, no ano de 1980, foi instituído pelo Decreto-Lei presidencial nº 1.809 oSistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (Sipron).


 Organizado em âmbito nacional e composto por diversos órgãos e instituições, pertencentes às esferas federal, estadual e municipal, o Sipron tem a atribuição de planejar e coordenar as ações, em situações de emergência nuclear, que tenham como objetivo proteger os trabalhadores, a população, o meio ambiente e as instalações nucleares.

 Especialmente em relação à Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto, em Angra dos Reis, são anualmente realizados no âmbito do Sistema exercícios de emergência nuclear, que têm a finalidade de aprimorar os seus planos de emergência e atendem às recomendações da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), órgão vinculado à Organização das Nações Unidas (ONU).

 Periodicamente, também são realizados trabalhos de comunicaçãosocial junto aos moradores residentes no entorno da usina em Angra dos Reis, com o fim de divulgar o tratamento dado às ações de segurança e eventos previstos nos planos de emergência. Dessa forma, nos parece inapropriado que, em um momento de forte comoção nacional, seja estabelecido pelo colunista em seu artigo um imaginário cenário catastrófico, situação que, além de não contribuir para a solução dos problemas enfrentados, apenas se presta ao papel de alarmar indevidamente a população.”

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