INDÚSTRIA DE SÃO PAULO PODE QUESTIONAR NA JUSTIÇA ALTA DE 33 % NO PREÇO DO GÁS -


04. fev, 2019

fiesp_ciespUm aumento duro, amargo para os setores da indústria de São Paulo que  foram surpreendidos pelo aumento significativo da tarifa do gás na área da concessão da Comgás. Foi uma alta de 33% anunciados na sexta-feira(1), que ainda rende discussões nesta segunda-feira (4). As empresas, através de várias associações, estão buscando decidir se vão entrar com ações legais. A Arsesp, agência que regulamenta o saneamento e a energia no estado, que quem publicou o índice do reajuste nos preços. A Fiesp discute hoje se vão tomar medidas e que medidas. Acredita na possibilidade de questionamentos em várias esferas”.  A última notícia sobre os preços do gás havia sido divulgada pela Arsesp em outubro, o que fez com que os consumidores não soubessem qual seria a intensidade do reajuste. As indústrias estimavam que o reajuste seria entre 15% e 18%, e não de 33%,

Essa falta de dados não é responsabilidade da Arsesp, mas do fornecedor de gás, segundo Paulo Góes, diretor de relações institucionais da agência: “Para termos as informações, é fundamental que disponhamos dos faturamentos da Petrobrás para o distribuidor do gás, que não tem recebido as faturas.” O barril de petróleo está mais baixo do que o do último cálculo, em maio de 2018, e o dólar está próximo, o que não justificaria o tamanho do aumento. O mecanismo de reajuste prevê correção da flutuação de preços e câmbio de um exercício passado no ano seguinte. Ao que parece,  esse valor foi superestimado.


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