Hospital Divina Providência estimula a prevenção do câncer -


Estimativa da OMS aponta para um aumento de quase 80% dos casos registrados no Brasil até 2040

No Dia Mundial do Câncer, próxima segunda-feira (4), o Hospital Divina Providência (HDP) salienta sobre a importância da prevenção para redução da mortalidade em decorrência de tumores malignos. O câncer avança no Brasil, com estimativa de mais de 243 mil mortes em 2018, segundo a Agência para a Pesquisa do Câncer, entidade ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS). Mas as projeções da entidade apontam que a doença pode sofrer um aumento de 78,5% até o ano de 2040. 


De acordo com dr. Luis Felipe Schmidt, oncologista clínico do Hospital Divina Providência (HDP), mesmo com o avanço dos números, o câncer é uma das doenças mais pesquisadas no planeta. “Nos Estados Unidos, por exemplo, cerca de 80% dos pacientes em tratamento participam de pesquisas. Isto contribui para que os tratamentos ganhem melhores práticas e benefícios”. Sendo assim, o médico destaca a importância dos exames preventivos, especialmente, nos pacientes com fatores de risco e a ação imediata ao ser detectada a doença. “A partir do diagnóstico recebido, o tempo que o paciente leva para começar a intervenção terapêutica está diretamente relacionado com os melhores resultados”. 

A enfermeira Aline de Souza Mazur atua no Centro de Oncologia do HDP e é uma das responsáveis pelo atendimento humanizado desde a chegada até a saída dos pacientes. Ela lembra que a maioria deles chega com medo e ansiedade. Mas, no decorrer do tratamento, percebem que, mesmo com as limitações causadas pelo medicamentos, acabam tendo uma boa qualidade de vida. Esta opinião é compartilhada por Schmidt: “O perfil de toxicicidade mais brando nos medicamentos de quimioterapia, a chegada de drogas mais eficientes no mercado são uma realidade em comparação ao tratamento convencional de tempos atrás. A forma de administração e novos protocolos são responsáveis pela minimização dos efeitos colaterais e a melhora na adesão aos tratamentos”, lembra o oncologista.

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