A PRIMEIRA USINA NUCLEAR FLUTUANTE DO MUNDO É LIGADA A 10 % DE SUA CAPACIDADE EM SEU PRIMEIRO GRANDE TESTE DE GERAÇÃO -


07. dez, 2018

SA unidade Nº 1 do reator da única usina nuclear flutuante do mundo, a Akademik Lomonosov, foi ligada a 10% de sua capacidade. Ela está agora atracada no estaleiro da Atomflot (uma empresa da Rosatom) em Murmansk. Os técnicos completaram todas as operações preparatórias necessárias e executaram todas as avaliações antes do procedimento. Todos os testes abrangentes e procedimentos preparatórios devem ser concluídos em março de 2019. A embarcação será rebocada para o porto de Pevek (cidade mais setentrional da Rússia) no terceiro trimestre de 2019. Lá, ela funcionará como parte de uma usina nuclear flutuante, substituindo as capacidades de saída da central nuclear de Bilibino e usine de carvão de Chaunskaya.

O CEO da Rosatom, Alexey Likhachev(foto)disse que  “Realizamos com sucesso os testes da UEF, de acordo com o cronograma. Não há dúvida de que no ZXZpróximo outono vamos rebocar Akademik Lomonosov para Pevek, exatamente como planejado. A usina nuclear flutuante é uma solução ideal para alimentar áreas remotas. Consideramos este projeto como um novo produto, que é de interesse não apenas para as regiões de redes isoladas do Ártico russo, mas também para vários países ao redor do mundo. Assim, hoje estamos demonstrando aos parceiros potenciais tecnologias de referência no campo de pequenos reatores nucleares. Estou convencido de que a crescente demanda por este produto cimentará a posição de liderança da Rússia no mercado mundial de tecnologia nuclear.”


‘Partida de energia’ é uma série de testes de funcionalidade e segurança que foram conduzidos no reator da Akademik Lomonosov, que devem ser concluídos antes da conexão à rede. O primeiro estágio é implementado em 1-10% da capacidade do reator e o estágio final em 110%. Durante cada estágio, vários modos de operação são testados para garantir a segurança da unidade.   A “partida de energia” é um marco significativo no trabalho da Rosatom em unidades de segunda geração, que serão construídas em série e estarão disponíveis para exportação. A estratégia da Rosatom prevê o fornecimento de usinas nucleares flutuantes de última geração para os mercados de Reatores Modulares Pequenos (SMR, por suas siglas em inglês) mais promissores do mundo. Até agora, o interesse significativo na tecnologia de usinas nucleares flutuantes (FNPP, por suas siglas em inglês) da Rosatom veio do Oriente Médio, Norte da África e Sudeste Asiático.

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