Cartão de Controle Social: um laço de união comunista China-Venezuela e o fim da liberdade. -


Nicolás Maduro, ditador socialista da Venezuela, em conluio com o Partido Comunista Chinês de Xi Jinping, trabalha para viabilizar a implementação de uma espécie de cartão para controle social, eufemisticamente chamado de ‘Carnet de la Patria’ que seria, em tese, uma identidade para facilitar a vida do cidadão venezuelano, organizando o consumo dos ‘recursos’ disponibilizados pelo Estado ao indivíduo.

A ideia não é nova, Maduro apenas está pondo em prática um plano antigo de Hugo Chávez, de utilizar um cartão de controle social para monitorar como, onde, o quê e quanto cada cidadão consome, como vota, como se comporta, quais propriedades possui e tantos mais aspectos da vida individual que possam ser registrados à partir da utilização do cartão na rotina das pessoas e possam assim moldar as ações do governo para sua auto perpetuação. Chávez já vinha confabulando com sua cúpula bolivariana, por volta de 2008, de que forma viabilizaria a implementação do cartão.

A inspiração de Hugo Chávez originou-se no programa de ‘identidade nacional Chinês’ que utiliza um cartão de identidade nacional para monitorar o comportamento do cidadão à partir do armazenamento de informações pessoais em um banco de dados do sistema de segurança nacional. O objetivo é traçar o planejamento político e social do Partido Comunista, e suas consequentes ações, de acordo com o comportamento social das pessoas, exercendo assim influência de opinião e portanto controle da liberdade do indivíduo.


Para concatenar este plano hitleriano, a ditadura de Maduro contratou a chinesa ZTE, empresa de tecnologia em comunicações que fornece serviços em soluções de dados e concorre no mercado mundial de tecnologia como grande fabricante de smartphones. A gigante ZTE está encarregada de desenvolver, sob um orçamento de $70 milhões de dólares – que soa mastodôntico para um país em situação econômica apocalíptica, um banco de dados para o programa ‘Carnet de la Patria’, e de criar um sistema de pagamento nacional com o cartão, tudo sob o ardil pretexto de que o governo está investindo no bem estar da população.

A empresa chinesa possui histórico recente de processos e condenações nos EUA, tendo de pagar mais de $1 bilhão de dólares em multa por violar leis que proíbem a venda de dados de empresas e cidadãos norte-americanos. A multinacional foi acusada de repassar equipamentos de telecomunicações para Irã e Coréia do Norte, violando leis de exportação americanas.

De acordo com dados do próprio governo, metade da população já aderiu à utilização do cartão. Para forçar a implementação, o Estado fornece ‘benefícios’ como descontos em alimentos e outras espórtulas, que diante do cenário de fome e desespero, soa como irrecusável para o cidadão. Durante o fraudulento processo eleitoral venezuelano deste ano, Nicolás Maduro prometeu àqueles cidadãos que votassem utilizando seu ‘Carnet de la Patria’, que estes seriam premiados, o que segundo relatos, nunca aconteceu, com exceção à uma mensagem de agradecimento por apoiar o governo de Maduro, ao registrar o cartão durante a votação.

Este é apenas mais um exemplo de como o plano de hegemonia da esquerda funciona e quais artifícios ela utiliza para implementá-lo. Notícias como o do cartão de controle social venezuelano jamais circulariam no imiscuído e submisso mainstream da mídia brasileira. Nesta fase de libertação que atravessamos, é nosso papel buscar a verdade e compartilhá-la para desmascarar categoricamente e terminantemente a tentativa de implementação do estado comunista.

Executando este papel de eterna vigilância e levando até o leitor relatos como este, evitaremos o fortalecimento e reconstrução da ideologia esquerdista.

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