O Brasil que o PT recebeu e aquele que entrega aos brasileiros -


Por Diogo de Castro Ferreira, publicado pelo Instituto Liberal

Neste momento crucial para nosso país, é importante olhar para trás e refletir sobre o Brasil que o PT recebeu e o Brasil que ele entregará aos brasileiros, caso deixe o poder após quase uma década e meia de sucessivos governos.


Mesmo levando em consideração o crescimento demográfico entre os anos de 2002 e 2018, fica evidente o estrago causado pelo partido. Em 2002 nossa população era de 180 milhões e em 2018 estima-se que nossa população seja de cerca de 209 milhões, tendo crescido pouco mais de 16% nesse período. [1]

Muitos podem se questionar por que, em algumas comparações, levamos em consideração dados de 2017 e 2018. A resposta é simples: aqueles que apertaram 13 nas urnas em 2014 levaram o pacote completo, votaram na chapa, e ela vinha com o PMDB. Entretanto, sempre que for possível, daremos preferência aos dados de 2002 comparados com os de 2016. Vamos aos números:

– Número de empresas no Brasil em 2013 — 5.392.234

– Número de empresas no Brasil em 2016 — 5.050.615 (341,6 mil empresas fechadas em três anos) [2]

– Desigualdade de renda no Brasil em 2001 —- 10% dos mais ricos detinham 54% da renda nacional e os 50% mais pobres detinham 11%

– Desigualdade de renda no Brasil em 2015 —- 10% dos mais ricos detinham 55% da renda nacional e os 50% mais pobres detinham 12% (Estagnação da desigualdade) [3]

– Inflação no primeiro governo Lula (2003 a 2006) — Média de 6,43% ao ano.

– Inflação no final do segundo governo Dilma (2015 – 12 de maio de 2016) —- Média acumulada de 9,28% ao ano. [4]

– Gastos com o funcionalismo público em 2003 —- R$ 78,6 bilhões

– Gastos com o funcionalismo público em 2015 —- R$ 238 bilhões [5]

– Gastos primários do governo em 2001 —- R$ 205 bilhões

– Gastos primários do governo em 2015 —- R$ 1,1 TRILHÃO[6]

– O Brasil que o PT recebeu em 2002: Taxa de desemprego média anual – 11,7%

– O Brasil que o PT entrega em 2018: Taxa de desemprego média no primeiro trimestre- 13,1% [7]

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