Forças Armadas estão reunidas após tentativa de homicídio contra Bolsonaro -


O atentado cometido nessa quinta-feira (6) contra Jair Messias Bolsonaro, em Juiz de Fora, Minas Gerais, aconteceu enquanto estava em curso uma reunião entre os comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica. Os militares foram pegos de surpresa com a notícia do crime.

A avaliação dos comandantes após a tentativa de homicídio foi de que há um “acirramento dos ânimos” e uma preocupação de como será conduzido o processo eleitoral daqui para a frente, com a possibilidade de aumento da violência. Eles, no entanto, deixando claro que apenas acompanharão a evolução dos fatos.


“Vamos só acompanhar”, declarou o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, ao sair da reunião e seguir para o Quartel General do Exército, para participar de uma outro encontro, por videoconferência, com os demais generais do Alto Comando da Força, convocado pela manhã para tratar de temas administrativos. O comandante reconheceu, no entanto, que o tema central do encontro seria o ataque a Bolsonaro e o acirramento dos ânimos.

Ao Estadão, Villas Bôas afirmou que ficou “muito preocupado” com o episódio que classificou como “inadmissível”. Ele ainda afirmou que pediria aos generais do Alto Comando que acompanhem “mais de perto o nível de insegurança nas campanhas e a possibilidade de crescer a violência no País”.

Resta saber se as Forças Armadas continuarão desempenhando o triste papel de “espectadores do caos”.

Informações: Estadão

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