Data romântica exige o elemento surpresa na hora da compra do presente

Mesmo que não existam estatísticas oficiais o relato de lojistas é que o 12 de Junho é a data na qual é mais comum, consumidores apostarem em um presente ousado surpreendendo o parceiro ou parceira. A oportunidade é incentivada por empresários que esforçam-se em capacitar os vendedores para que possam ajudar o namorado ou namorada na melhor escolha do presente.

Presente Dia dos NamoradosA expectativa da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS é que o ticket médio na aquisição dos produtos suba de R$ 90,00, em 2016, para R$ 95,00 neste ano, fruto da provável seletividade dos clientes na busca da melhor relação custo-benefício dos produtos a serem adquiridos.

A proprietária da loja O Boticário no município de Camaquã (RS), Rosemeri Bartz, aposta na decoração especial do ambiente, estimulando os casais a encontrarem o que gostam. Segundo a empresária, a maioria das compras é realizada de forma individual, ou seja, o namorado ou a namorada vai até a loja e escolhe o produto que deseja oferecer no 12 de junho.

– A maioria prefere surpreender o seu par. Claro que os consumidores já sabem o que o companheiro ou companheira preferem. Então, chegam na loja convictos do que pretendem adquirir. Os indecisos podem contar com a nossa equipe de vendas para ajudá-los a escolher o melhor presente. Os perfumes e estojos de maquiagem são os produtos mais requisitados nesta data – ressalta Rosemeri.

Outra decisão importante do consumidor diz respeito a forma de pagamento dos presentes. A maioria deve optar por pagar à vista o que for adquirir, uma vez que os juros do cartão de crédito e do cheque especial seguem proibitivos.

– A melhor alternativa de crédito para o consumidor é uso do crediário próprio das lojas – enfatiza o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

A expectativa da FCDL-RS é de um crescimento na ordem de 3,5% a 5% nas vendas do varejo no Dia dos Namorados em comparação com a mesma data do último ano. O otimismo sustenta-se no início da retomada do crescimento econômico e na liberação recente de valores do FGTS.




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